Olha já faz tanto tempo que não posto nada aqui que quase esqueci como que mexe nas coisas. Mas, então, decidi fazer uma resenha pra postar aqui, por que as vezes sinto saudades do meu espaço internético que não seja as redes sociais. Enfim.
A resenha a seguir é do último livro que li, Gregor e a Segunda Profecia, como o título já diz. Eu o li bem rápido e foi uma leitura muito boa por sinal. Divertidinho, até.
Como o titulo já diz, de novo, é a segunda profecia e, consequentemente, houve a primeira que se passa em Gregor, O Guerreiro da Superfície (lido em 2012, é, eu não lembrava de quase nada) e eu o terminei sem nenhuma intenção de continuar com a série. É uma daquelas séries que você continuaria mas que não quer comprar os livros, entende?
Mas daí, você pergunta, o que te levou a comprar a continuação se você nem tava querendo ler? Eu lhe respondo com uma única palavra: PREÇO.
NOVE E NOVENTA. NA SARAIVA.
Eu tinha que levar. Sério. Qualquer livro que esteja por nove e noventa você se sente na obrigação de levar (ok, brincadeira, não é não).
ANYWAY, como eu já tinha lido o primeiro eu pensei: por quê não?
Pois é, eu comprei (junto com O Bicho da Seda, que era o que eu tinha a intenção de comprar antes de entrar na livraria), e agora que terminei eu fiquei tipo: por que eu não quis continuar essa série?
É tão legal, tão divertida, lúdica etc, parece um Harry Potter ou Percy Jackson debaixo da terra e ao invés de monstros ou bruxos maus temos os ratos, ihups!
A trama segue os acontecimentos do último livro, que na cronologia da história acontece 6 meses depois do primeiro. Gregor prometeu nunca mais voltar pro subterrâneo, mas, obviamente, ele volta, só que contra a sua vontade. Acontece que as baratas (que nunca vou me acostumar com elas estando do lado do bem) sequestram a irmazinha dele, a Boots. O garoto fica desesperado e a única alternativa que ele tem é ir atrás dela.
Daí, depois de muita terra pra baixo, ele volta para Regália, a terra dos regalianos (sério, Lucas?). Eu particularmente gosto de Regália, queria ir um dia lá. Só não entendo como eles iluminam todo aquele lugar, tudo bem tem as tochas, mas, sei lá. Enfim. Ele acaba descobrindo que um rato branco chamado Bane ameaça a existência do subterrâneo, e que só ele pode matar este rato.
Há uma nova profecia, a Profecia da Perdição (Prophecy of Bane, em inglês faz mais sentido, é) que fala exatamente isso, que coisas ruins acontecerão e que só Gregor poderá matar Bane. Com isso em mente, Gregor, alguns de regalianos, uma barata, um rato, um bebê e morcegos embarcam (literalmente) nessa missão. A bordo de dois barcos o grupo tem que seguir pelo Caminho D´Água para encontrar Bane e matá-lo.
Apesar de não lembrar quase nada que acontece no primeiro livro, eu consegui ler normalmente o segundo. A leitura é boa, rápida e fácil. Há bastante aventura, ação e mistério, e até algumas cenas engraçadinhas. A última parte foi a melhor, sério, quando a autora começa a revelar umas coisas você fica tipo: WHAAAAAT. Eu gostei mais ainda do livro depois desse final.
Enfim, eu fiquei super ansioso pros próximos, depois desse eu tenho certeza de que vou terminar a série (são cinco livros no total, se ficou curioso/a).
E, como sempre, Suzanne Collins continua sendo a mestra dos cliffhangers nos finais de capítulos.
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