quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Um textinho sobre o Natal!

A maioria das pessoas acorda na manhã de Natal com uma pilha presentes pra abrir (isso se não tiverem aberto os presentes no dia anterior). Já eu acordo com uma dor de garganta infernal. Pois é, é por esse tipo de coisa que eu sou obrigado a  passar. Não sei de onde isso veio e tenho medo de que seja alguma coisa que comi na noite anterior. Talvez a Coca Cola super gelada ou a farofa vencida que você compra no supermercado a 1,99. Enfim, se for por algo que comi nunca vou saber o que é por que, como sabem, na ceia de Natal você come tudo e mais um pouco.
Mas enfim meus caros, este post não tem nenhum propósito específico e não vai mudar nada na sua vida (assim como todos os outros posts desse blog), mas eu queria fazer algo especial e diferente pra postar nessa data tão especial... e diferente. É Natal! Vamos celebrar, juntar a família ganhar presentes e esperar o Papai Noel descer a chaminé (como se alguém tivesse uma chaminé). Vamos ser gentis com os estranhos e dizer "Feliz Natal!" pra moça do caixa do supermercado. É a magia natalina adentrando em nossas narinas espirituais.
Anyway, Feliz Natal! Seja feliz, leia bons livros, respeite as regras e olhe pros dois lados antes de atravessar a rua. Seja Nice e não Naughty, assim como o bom velhinho.

To bem assim agora

Olha eu realmente não sei por que eu to falando essas coisas. Talvez seja os efeitos colaterais pós-ceia ou pode ser simplesmente fruto da minha garganta inflamada. Enfim, deixa eu ir lá tomar um remédio porque acho que isso tá ficando sério. Feliz Natal, folks!

domingo, 21 de dezembro de 2014

Resenha: O Bicho-da-Seda, Robert Galbraith

Ler esse livro foi como encontrar um amigo antigo, ou como comer uma comida que você não degustava a anos, ou até mesmo voltar a um lugar onde passou bons momentos. Sim, eu tava com saudades, muitas saudades do Cormoran Strike e da Robin Ellacott. Porque eles são demais.
Eu não me canso de dizer que os personagens criados pela J.K. Rowling nessa série de livros são a razão maior pra eu continuar lendo (não que o enredo seja ruim, longe disso). Sério, eu nunca vi coisa parecida. Tenho certeza que esses personagens existem de verdade, não é possível.
Mas enfim, O Bicho da Seda foi melhor que O Chamado do Cuco. Pode ser porque o enredo estava melhor mesmo ou porque já restava acostumado com o estilo de escrita dela, não importa foi melhor.
Se você ler a sinopse, vai saber basicamente como é o enredo do livro. Outro caso e outros suspeitos. O caso agora não tem nada a ver com gente rica e famosa, tem a ver com escritores e derivados, um fato que realmente gostei.
Enfim, mais uma vez somos levados a uma vasta gama de suspeitos, cada um com sua peculiaridade. O livro foi bom do começo ao fim, J.K. Rowling soube me deixar confuso dessa vez. Achava que era uma pessoa, mas depois achava que era outra etc. E eu gostei de ser enganado.
Eu peguei este livro pra ler com uma ansiedade muito grande e com altas expectativas. Queria saber como ficou a vida deles, principalmente a do Cormoran, depois do caso de Lula Landry e, felizmente, tudo foi como eu esperava, e até melhor.
Só sei que depois de mais outro romance protagonizado pelo Cormoran eu posso afirmar que J.K. Rowling merece o posto de escritora mais poderosa do mundo. Ela sabe o que faz.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Da Terra à Lua!

Calma, o post hoje não é sobre o livro do Júlio Verne, mesmo que o título seja uma alusão a ele mesmo. Na verdade, o post de hoje é sobre filme (é, eu não sei por que eu to falando de filme ao invés de livros), MAS sobre um filme específico. Nada mais, nada menos do que o PRIMEIRO FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA DA HISTÓRIA! Demais, não?
Pois é, Viagem a lua (agora entende a alusão), de George Meliés foi considerado o primeiro filme de ficção científica da história não só porque os personagens vão para a lua, mas também porque encontram aliens lá. Estranho, é.
O filme é tão antigo e tão toscamente feito que me dá agonia, mas ao mesmo tempo eu achei divertido e até mais interessante que Gravidade. Ah, por favor, eles RESPIRAM NORMALMENTE na lua, isso é mais interessante do que ver uma mulher desesperada tentando voltar para terra. No Viagem a Lua eles simplesmente pulam da lua e voltam pra terra. Muito simples.
Enfim, não vou mais falar nada sobre o enredo quero que você assista por si próprio. SE LIGA: https://www.youtube.com/watch?v=leXpc2vBG-w
O cara que subiu o vídeo pro You Tube explica coisas interessantes sobre a história do filme (não to falando do enredo). Assiste lá, por que acabei descobrindo o filme pelo canal dele então ele merece mais crédito do que eu.


Ah e se você leu ou viu o filme A Invenção de Hugo Cabret pode ter notado a referencia que faz ao filme. Eu, que vi só o filme, lembro que o autômato desenha a lua com o foguete preso no olho, assim oh: 

                                                                
                                                           E isso é muito legal. 

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

O palíndromo mais legal do mundo

Engraçado que até o 'S' tá ao contrário
Olá pessoas da internet! Aqui estou eu escrevendo mais outro post e, incrivelmente, não é outra resenha, fique tranquilo. Dessa vez decidi trazer algo mais rápido e legal! Eba!
Pra começar vou te dizer uma coisa: eu detesto gramática. Eu nunca consigo lembrar de nada daquelas paradas de verbo transitivo, intransitivo direto, indireto etc. Eu acho um saco, porque sempre esqueço (ou porque nunca aprendo). Mas enfim, há uma coisa peculiar na gramática, que sempre fico fascinado quando vejo. Sim, acertou é o tal dos palíndromos.
Pode ser só de uma palavra, como: arara, ou em uma frase: a base do teto desaba. O lance é que se você lê da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda a frase continua a mesma (aposto que já sabia como funcionava). MAS é ai que vem o motivo desse post. Eu te apresento o palíndromo mais legal do mundo. O Quadrado de Sator, este mesmo que está aqui em cima.
Sim, isso é um palíndromo e bem antigo por sinal. Está em latim e só funciona se tiver assim mesmo, nada de tradutor.
ANYWAY, como se lê isso?
De qualquer forma, de baixo para cima de cima para baixo de um lado para o outro, NÃO IMPORTA! Dá pra ler de todo jeito, pode tentar. Você começa com SATOR, depois AREPO, TENET, OPERA, ROTAS. Não é demais?
Pois é, esse quadrado mágico foi encontrado em diversas partes da Europa, quando os arqueólogos iam lá explorar as ruínas. Imagina que legal encontrar isso depois de milhares de anos? Eu tiraria uma foto pra postar no Instagram.
Enfim, você pode estar se perguntando o que significa SATOR AREPO TENET OPERA ROTAS e pra facilitar a sua vida eu pesquisei no Wikipédia (claro) e há um trecho ali que tenta explicar o significado desse misterioso palíndromo. CHECK IT OUT:
É difícil estabelecer com certezas o significado literal da frase composta por estas cinco palavras, já que o termo AREPO não existe estritamente na língua latina. Algumas conjecturas sobre esta palavra levam à tradução, com sentido pouco claro, como “o semeador, com o seu carro, mantém com destreza as rodas,” da qual se tenta tirar algum sentido através da referência a um semeador como citação de um texto dos Evangelhos. Se se pensar que o termino AREPO é o nome próprio de um misterioso semeador, chega-se à tradução: “Arepo, o semeador, mantém com destreza as rodas”, o que parece aludir a práticas agrícolas.
Taí a tentativa de tentar entender o que isso significa. Mas, pra mim, não importa o significado porque o quadrado já é demais por si só. Enfim, era só isso mesmo que eu queria falar por hoje. Obrigado por ler esse post e vá mostrar isso pros amigos, o mundo precisa saber quem é Arepo! Seja feliz!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Resenha: Gregor e a Segunda Profecia, Suzanne Collins



Olha já faz tanto tempo que não posto nada aqui que quase esqueci como que mexe nas coisas. Mas, então, decidi fazer uma resenha pra postar aqui, por que as vezes sinto saudades do meu espaço internético que não seja as redes sociais. Enfim.
A resenha a seguir é do último livro que li, Gregor e a Segunda Profecia, como o título já diz. Eu o li bem rápido e foi uma leitura muito boa por sinal. Divertidinho, até.
Como o titulo já diz, de novo, é a segunda profecia e, consequentemente, houve a primeira que se passa em Gregor, O Guerreiro da Superfície (lido em 2012, é, eu não lembrava de quase nada) e eu o terminei sem nenhuma intenção de continuar com a série. É uma daquelas séries que você continuaria mas que não quer comprar os livros, entende?
Mas daí, você pergunta, o que te levou a comprar a continuação se você nem tava querendo ler? Eu lhe respondo com uma única palavra: PREÇO.
NOVE E NOVENTA. NA SARAIVA.
Eu tinha que levar. Sério. Qualquer livro que esteja por nove e noventa você se sente na obrigação de levar (ok, brincadeira, não é não).
ANYWAY, como eu já tinha lido o primeiro eu pensei: por quê não?
Pois é, eu comprei (junto com O Bicho da Seda, que era o que eu tinha a intenção de comprar antes de entrar na livraria), e agora que terminei eu fiquei tipo: por que eu não quis continuar essa série?
É tão legal, tão divertida, lúdica etc, parece um Harry Potter ou Percy Jackson debaixo da terra e ao invés de monstros ou bruxos maus temos os ratos, ihups!
A trama segue os acontecimentos do último livro, que na cronologia da história acontece 6 meses depois do primeiro. Gregor prometeu nunca mais voltar pro subterrâneo, mas, obviamente, ele volta, só que contra a sua vontade. Acontece que as baratas (que nunca vou me acostumar com elas estando do lado do bem) sequestram a irmazinha dele, a Boots. O garoto fica desesperado e a única alternativa que ele tem é ir atrás dela.
Daí, depois de muita terra pra baixo, ele volta para Regália, a terra dos regalianos (sério, Lucas?). Eu particularmente gosto de Regália, queria ir um dia lá. Só não entendo como eles iluminam todo aquele lugar, tudo bem tem as tochas, mas, sei lá. Enfim. Ele acaba descobrindo que um rato branco chamado Bane ameaça a existência do subterrâneo, e que só ele pode matar este rato.
Há uma nova profecia, a Profecia da Perdição (Prophecy of Bane, em inglês faz mais sentido, é) que fala exatamente isso, que coisas ruins acontecerão e que só Gregor poderá matar Bane. Com isso em mente, Gregor, alguns de regalianos, uma barata, um rato, um bebê e morcegos embarcam (literalmente) nessa missão. A bordo de dois barcos o grupo tem que seguir pelo Caminho D´Água para encontrar Bane e matá-lo.
Apesar de não lembrar quase nada que acontece no primeiro livro, eu consegui ler normalmente o segundo. A leitura é boa, rápida e fácil. Há bastante aventura, ação e mistério, e até algumas cenas engraçadinhas. A última parte foi a melhor, sério, quando a autora começa a revelar umas coisas você fica tipo: WHAAAAAT. Eu gostei mais ainda do livro depois desse final.
Enfim, eu fiquei super ansioso pros próximos, depois desse eu tenho certeza de que vou terminar a série (são cinco livros no total, se ficou curioso/a).
E, como sempre, Suzanne Collins continua sendo a mestra dos cliffhangers nos finais de capítulos.